quinta-feira, 30 de agosto de 2012

O Retorno ao pimeiro Amor


Pastoral, 26 de Agosto de 2012 
 

“Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor ”. Apocalipse 2:4
 
 
O começo de tudo é sempre muito bom. Um novo emprego, uma nova casa, uma nova cidade, um novo relacionamento, um novo pastor, geralmente, são situações da vida carregadas de expectativas e disposições internas positivas. Mas o tempo passa e com ele vêm as dificuldades, as lutas e as crises. Entretanto, o tempo também traz alegrias, conquistas e realizações. Já diria o autor de Eclesiastes “há um tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Existem algumas coisas que com tempo devem ser deixadas para trás como a imaturidade, os melindres, os traumas, as mágoas, e, sobretudo, o pecado. Porém, tem outras coisas que o tempo não pode levar. E uma dessas coisas que o tempo não pode apagar é o primeiro amor. Vemos que no livro de Apocalipse que aponta para um tempo eterno, existe uma clara exortação da parte do Senhor Jesus à comunidade cristã de Éfeso sobre a necessidade de cultivar o primeiro amor no tempo presente. Ainda que Cristo elogiasse a igreja de Éfeso quanto ao esforço, trabalho árduo, perseverança e a firmeza na doutrina, Ele deixa claro que o primeiro amor é o elemento fundamental que nunca poderia faltar em uma igreja. Aquele primeiro entusiasmo, onde a comunhão com Deus, o desejo de estar na presença dele era principal motivação dos efésios, o que também refletia diretamente na comunhão uns com os outros, havia se perdido em meio a tantas outras atividades desenvolvidas pela igreja. Sendo assim, Cristo propõe um caminho de retorno ao primeiro amor que consiste em três passos essenciais: lembrar, arrepender e voltar à prática.

Lembrar

“Lembra-te pois de onde caíste...” (Ap 2.5)

O primeiro passo nos remete a um exercício de lembrar ou rememorar o começo da nossa caminhada cristã, em uma tentativa de identificar quais eram as motivações e as práticas que caracterizavam esta etapa, e ao mesmo tempo, perceber em qual momento se perdeu as disposições iniciais.

Arrepender

“... arrepende-te...”

Após a reflexão sobre o começo vem o momento do segundo passo: o arrependimento. Nesta etapa nós admitimos as nossas falhas no processo de abandonar o primeiro amor, e sentimos com tristeza a responsabilidade pelos nossos atos.

Voltar à prática

“... e volta a prática das primeiras obras...”

Um arrependimento genuíno deve gerar no nosso coração um sincero desejo de mudança, o que conseqüentemente irá nos mover em direção a voltar a praticar as obras do primeiro amor, frutos do arrependimento.

A grande recompensa

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus”(Ap 2:7)

A grande recompensa para aqueles que retornam ao primeiro amor, e buscam com todo o seu coração desfrutar aqui neste mundo a maravilhosa presença de Deus, terão como recompensa uma comunhão constante, plena e perfeita com Ele por toda a eternidade.

Rafael S. Rodrigues

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Filhos segundo o coração de Deus


Pastoral, 19 de Agosto de 2012

  Honrar

Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá”.  Êxodo 20: 12

A primeira atitude de um filho segundo o coração de Deus é honrar. Honrar é ser motivo de alegria pelos pais. Significa dar bons motivos. O único mandamento seguido da promessa de Deus de prolongar os dias de vida sobre a face da terra.


 
Obedecer

 Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor”.  Colossenses 3:20

A obediência aos pais é a segunda atitude de filhos segundo o coração de Deus  Jesus quem trouxe a concepção do Deus que está próximo, que se inclina; o Deus que é Pai.  Ele queria ensinar aos seus discípulos, que mais do que seguidores, eles são filhos de Deus, e isso só foi possível por intermédio de Jesus. O unigênito do Pai, agora é também, o primogênito, ou seja, o primeiro de muitos outros filhos.   

Temos um Pai, amoroso, que cuida de nós, nos mínimos detalhes, que supre cada uma de nossas necessidades e que está no céu, vendo todas as coisas, mas também está em nós pelo seu Santo Espírito.


Aprender

“Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe”, Provérbios 1:8

A terceira atitude dos filhos segundo o coração de Deus é a capacidade de aprender. Eles estão dispostos a aprender através das instruções e ensinamentos de seus pais. Certamente é uma atitude sábia, buscar extrair de cada instrução e experiência, o crescimento


Cuidar

“Mas, se alguma viúva tiver filhos, ou netos, aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família, e a recompensar seus pais; porque isto é bom e agradável diante de Deus”.  1 Timóteo 5:4

Por fim, cuidar é uma atitude de reconhecimento dos filhos àqueles que foram durante toda a vida os seus verdadeiros guardiães. Aqueles que não mediram esforços para vê-los crescer e prosperar. Provavelmente a grande maioria dos filhos reconhece o esforço que seus pais empregaram para que eles fossem bem sucedidos em todas as coisas. Agora, se espera, que eles cuidem de seus pais, traduzindo em atos, o que os discursos de formaturas dizem. Infelizmente vivemos em um país que não respeita os seus idosos. O desrespeito está por todos os lados: nas ruas, repartições públicas, estabelecimentos comerciais. Entretanto, o que mais causa indignação é o desrespeito em casa. Filhos que não obedecem, que gritam com os seus pais, que desrespeitam o tempo todo. Os cristãos não são assim! São filhos que reconhecem o valor de seus pais, além de aprender pela Palavra de Deus a exercer piedade, recompensando a eles tudo que fizeram. Essas atitudes verdadeiramente agradam e alegram o coração de Deus, nosso Pai.


                                                           

Pr. Reginaldo R.  Magalhães

Deus Pai


Pastoral, 12 de Agosto de 2012 


 “Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome, venha o teu Reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céu”.   Mateus 6: 9, 10
 

O Antigo testamento nos traz várias idéias da figura de Deus. Ele era o Deus que se revelava na voz do vento, dos trovões, da sarça que se queimava e não se consumia, do fogo que descia e sobre o altar do sacrifício, ou ainda, da nuvem de dia e da coluna de fogo à noite, que conduziam o seu povo pelo deserto. O Deus poderoso que manifestava seu poder através dos feitos de Israel, sempre era visto a distancia. O relacionamento com Ele se dava por meio dos sacerdotes, seus interlocutores.

 
Pai nosso

Foi Jesus quem trouxe a concepção do Deus que está próximo, que se inclina; o Deus que é Pai.  Ele queria ensinar aos seus discípulos, que mais do que seguidores, eles são filhos de Deus, e isso só foi possível por intermédio de Jesus. O unigênito do Pai, agora é também, o primogênito, ou seja, o primeiro de muitos outros filhos.   

Temos um Pai, amoroso, que cuida de nós, nos mínimos detalhes, que supre cada uma de nossas necessidades e que está no céu, vendo todas as coisas, mas também está em nós pelo seu Santo Espírito.


O nome do Pai

Ele é o Deus Criador de todas as coisas e que as sustenta com seu poder. O seu nome é Santo, declarado pelos anjos na visão do profeta Isaias: “Santo, Santo, Santo é o Senhor dos exércitos. Nome que está acima de todo nome e que nos foi dado por Jesus. Que maravilha, sabermos que os nossos nomes têm o Seu nome. Em algumas cidades, ainda se guarda a tradição da importância do nome. E sempre se pergunta para quem chega: “você é filho de quem? Ah, eu sou filho de fulano, da família tal. Imagine, somos filhos de Deus. Temos o seu nome. Que privilégio! Somos filhos daquele que criou todas as coisas. Pense um pouco, tudo é Dele, tudo pode ser nosso. Se verdadeiramente, entendermos essa verdade, modificaremos a nossa conduta e usufruiremos daquilo que o Pai tem para nós. Que pena, que o filho mais velho, da parábola do filho pródigo, não conseguia enxergar tudo que tinha, por viver junto de seu Pai. Ele simplesmente, não se apropriou de quem era e conseqüentemente não desfrutou do que tinha. (Lucas 15)          


A vontade do Pai

A vontade de Deus segundo o apóstolo Paulo é boa, agradável e perfeita. Jesus queria que seus discípulos entendessem que o melhor para suas vidas era obedecer a Deus, submetendo à sua vontade. O que mais Jesus fazia, era obedecer a vontade do Pai. É tão bom, quando obedecemos e assim temos a benção do Pai. Muito filho tem deixado de obedecer aos seus pais, e tantos outros deixaram de ter o bom hábito, de pedir, todos os dias, a benção aos seus pais. Tais filhos ficam expostos demais as intempéries do mundo. A palavra de Deus afirma que obedecer é melhor que sacrificar. Jesus nos ensina na oração do Pai nosso, que devemos desejar a vontade de Deus aqui na terra, assim como ela é no céu. Nem sempre a nossa vontade está alinhada à vontade do Pai e aquela que deve prevalecer, para o nosso bem, é a vontade do Pai. Aproveito para parabenizar todos os pais da PIB, desejando-lhes toda a sabedoria, autoridade e amor, no legado de Deus, que também é um privilegio o de ser Pai. 

                                                            

Pr. Reginaldo R.  Magalhães

Alegria sobre as fases da vida


 
Pastoral, 5 de Agosto de 2012

Texto Bíblico: Filipenses 3: 1 - 21

            “Sim, na verdade, tenho também como perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo”...

“Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas vou prosseguindo, para ver se poderei alcançar aquilo para o que fui também alcançado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus”. Filipenses 3: 8, 12-14

 
Nossa vida é composta por diversas fases ou períodos. Passamos por momentos de clímax, euforias e momentos de tensões marcados por frustrações e decepções. Essas emoções querem constantemente ditar nossa maneira de se portar diante da vida.

O apóstolo Paulo mostra aos filipenses como ele aprendeu a ser alegre. Para isso, temos que avaliar os períodos de nossa vida:

 

1- Avaliar o passado

O apóstolo Paulo se oferece como exemplo aos filipenses, mostrando o seu curriculum impecável (v.5-6). Aqui estava um homem que tinha do que orgulhar-se. Um homem que herdou de seus pais e família uma alta linhagem. Um homem que se esforçou e lutou para atingir o mais alto nível social e religioso de seu tempo.

Mas contabilizando o seu passado ele chamou tudo de perda! O conhecimento de Cristo Jesus foi superior a tudo, de forma que todas as outras coisas se tornaram inferiores e inúteis.


2- Pondere o seu presente

Nos versículos anteriores Paulo esboçou sua biografia. Ele olhando para seu passado abriu mão de seus direitos. Agora no presente ele via como um atleta que corre aceleradamente para a linha de chegada a meta final de sua carreira. No presente ele decidiu: “uma coisa faço”.

Apesar de um passado marcado por tantas aparentes vitórias e por diversas outras dificuldades, ele decidiu continuar avançando e esquecendo das coisas que para trás ficaram em sua vida. Nem as maiores conquistas ou as piores frustrações de sua vida, o impediriam de avançar e alcançar seu maior prêmio: a soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.


3- Visualize seu futuro

Olhando para seu presente Paulo não se limitou, nem se restringiu aos tempos áureos de sua vida e agora por último passa a olhar para seu futuro. “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” v. 20.

Paulo chama os filipenses a viver, em sua cidade, com os olhos fitos na sua verdadeira pátria. O céu não é só nosso destino, mas nossa origem. Os filipenses deveriam viver na expectativa do retorno, não de Cezar o imperador romano, mas aguardar o Salvador, o Senhor Jesus Cristo.

 

Sem. Carlos Henrique Viana

Recebemos o que não mereciamos



 Pastoral, 29 de Julho de 2012


“Porque pela Graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, e dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie”. 
      Efésios 2: 8, 9             

 
     A lógica do mundo
 

Vivemos em um mundo em que recebemos a punição pelos nossos erros. Somos punidos, na medida em fazemos algo errado. Quando criança, somos corrigidos pelos nossos pais, por alguma peraltice. O Douglas compartilhou que apanhou do irmão e depois do pai, porque jogou, com toda a força, o controle do vídeo game, na boca de seu irmão. O nosso mundo tem a máxima do que  chamamos de: “toma lá, dá cá”.

 Adão e Eva, nossos pais.

O primeiro casal da humanidade desfrutava de um relacionamento intimo e pessoal com Deus, o Criador. Tinham tudo que precisavam e viviam de maneira tranqüila e aprazível. Até que............ desobedeceram! Eles sofrerão sanções pelos seus erros. Serão expulsos do lugar onde habitavam, comerão do suor do trabalho, sentirão dores terríveis, entre outras coisas, porque? Mereciam.  Entretanto, Deus mostra ali mesmo, o que poderia ser feito para que eles pudessem reconciliar com Ele. Um cordeiro foi imolado e a sua pele se tornou vestimenta para cobrir aquele casal e toda a humanidade.

 
    O Filho pródigo

O filho mais moço está de volta: sujo, maltrapilho, humilhado, sem recursos. Tudo porque preferiu sair de casa com os seus bens para viver uma vida dissoluta. O que ele merece então: Punição! A lógica do mundo precisa prevalecer, mas.... . não foi isso que o pai fez. Ele promoveu uma festa, matou um bezerro, deu presentes, dentre os quais, um anel, que dizia: “você continua sendo meu filho amado”. Para aquele pai, ele não deixara de ser seu filho.   

 
     Barrabás, um de nós.

A libertação de Barrabás fazia parte de uma tradição na páscoa de libertar um preso em detrimento do aprisionamento de outro. Jesus estava sendo condenado naquele momento. Um inocente que não merecia passar pelo que passou. Alguém que amou,  perdoou, e só fez o bem. Estava sendo caluniado, condenado por um crime que não cometeu. O povo sentenciou: “Crucifica-O”. E o mesmo povo pediu: “Soltem Barrabás”. Mas, quem é Barrabás? Poderíamos dizer: um ladrão, estuprador, assaltante, marginal, assassino, etc. Mas, de fato, Barrabás é um de nós, homens pecadores que foram livres na condenação de um inocente.    

A lógica de Deus

       A lógica de Deus não é a lógica do mundo. O amor de Deus é incondicional. O ápice da justiça de Deus é a morte de seu único Filho, Jesus. Ele se entrega no calvário por cada um de nós, nos justificando de todo pecado. Somos pecadores, sim. O salário do pecado é a morte, sim.  “Mas, Deus prova o seu amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós, ainda pecadores”.  Ele nos justificou. Agora, somos libertos como Barrabás, e podemos voltar para casa como o filho pródigo. Porque Ele nos amou.

 

Pr. Reginaldo R.  Magalhães

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Novos membros

 
 
Neste domingo dia 26 de agosto, tivemos uma assembléia geral que marcou a recepção de novos membros em nossa igreja. Foi um dia marcante na vida de todos os membros da PIB, que culminou na apresentação dos nossos queridos, no culto das 19h. Em nome de toda a igreja, os irmãos Dorotea e Edgar, deram uma palavra de boas vindas aos nossos mais novos membros. Sejam bem vindos amados irmãos em Cristo.
 
 
 



 

Curso "Casados para sempre"

 


Primeira turma

 

     O curso casados para sempre já teve início. Os nossos líderes do ministério de casais, João e Cris, estão liderando o grupo, que tem como líderes em treinamento o casal Edgar e Irene. Estamos felizes por mais este momento especial em nossa igreja e cremos que será uma grande benção!


 
 
 

Chá das Mulheres


         Foi uma bênção o chá das mulheres ocorrido ontem à tarde no salão de festas da nossa igreja. Muito bom  gosto em cada detalhe, uma palavra edificante compartilhada pela irmã Cleusa, conversa agradável e uma ótima freqüência. Foi uma tarde bem agradável, apesar da chuva fina e do frio. Parabéns Cris, João e equipe. Aproveitamos para compartilhar algumas fotos do evento, com vocês.
 








 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A obra do Senhor

Pastoral - 22 de Julho de 2012

 

““..Sé Forte, diz o Senhor, e trabalhai, porque eu sou convosco, diz o Senhor dos exércitos..” Ageu 2: 4



É preciso ter equilíbrio



Quando o povo voltou do cativeiro começaram a reconstrução do templo, mas, depois deixaram a obra de lado, para buscarem seus próprios interesses. É preciso tomar cuidado! A vida voltava ao normal e a tendência era buscar comodidade. Ouvimos domingo passado o pastor Nivaldo dizer: “precisamos buscar o equilíbrio”. Os nossos projetos pessoais, são muito importantes e devem ser levados em consideração, Todos nos temos o direito de buscar a realização dos nossos sonhos. Entretanto, não podemos fechar os olhos para o propósito de Deus de nos usar para a sua glória.



É preciso ter coragem



Temos que ter coragem para considerar o nosso passado. Aquilo que fizemos e que de alguma maneira está interferindo no nosso presente, balizando nossas atitudes - verso 6 do capitulo 1. Precisamos também de coragem para o trabalho. Canalizarmos nossas forças e recursos naquilo que vale a pena, no que, de fato, agrada a Deus. Deveríamos perguntar: “ Qual é o nosso trabalho? O que realmente devemos fazer para Deus?



É preciso ter consciência



Uma consciência de santidade, de separação para Deus é fundamental. Não podemos fazer nada no Reino de Deus, sem santidade, sem oração. Santidade no pensar, no falar e no agir. Deus espera que sejamos cada vez mais Dele, e que façamos cada vez mais a sua vontade. A santidade nos leva a um compromisso cada vez maior com o Reino de Deus.



É preciso ter confiança



A confiança em Deus nos impulsiona a um novo nível de relação com Ele e com os outros. Você crê em Deus? Então mude a sua linguagem, o seu comportamento. Não olhe para trás, olhe para o Senhor. No livro de Ageu, encontramos o Senhor deixando claro que Ele vai destruir o inimigo e vai colocar o seu servo, escolhido, em um lugar de honra. Para servir a Deus é preciso crer. Ele disse pelo profeta: “o meu Espírito habita no meio de vos; não temais”.


Um compromisso com a nossa missão



Temos um compromisso com Deus ao nos tornarmos discípulos de Cristo. Para tanto, não podemos nos esquecer da grande comissão que Jesus nos propôs: Ir, fazer discípulos, batizá-los, e ensiná-los a guardar o Ele nos ensinou”. Não podemos nos esquecer do templo. Não estou falando das paredes, mas, como figura da manifestação da glória e do poder de Deus. Precisamos pedir ao Senhor que encha os nossos corações de paixão pelas vidas que Ele deseja alcançar. Deus nos abençoa para abençoarmos. O equilíbrio requer de nós: “não desprezarmos o passado, considerar o presente e vislumbrar o futuro. Devemos nos ocupar com aquilo que importa para Deus. Sendo assim, nos sentiremos realizados em fazer a vontade de Deus.

Você deseja servir a Deus? Podemos te orientar.

Pr. Reginaldo Magalhães

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Somos parte do Corpo de Cristo


Pastoral - 24 de Junho de 2012


 

“Ora vós sois corpo de Cristo, e individualmente seus membros” I Co 12:27

 
     Que privilégio extraordinário fazer parte da igreja de Cristo! Paulo  declara aos irmãos de Corinto, que a unidade é fundamental para a saúde e o  crescimento da igreja”. Nesse sentido, o apóstolo vai usar a metáfora “Corpo” para nos explicar um pouco mais o que significa a igreja de Cristo e o propósito dos dons na sua edificação. Somos advertidos aqui a vivermos em unidade, respeitando as diversidades.     Cada um de nós é um membro do corpo de Cristo e, como membros, temos uma ou mais funções no corpo, que devem ser desempenhadas de tal maneira que o corpo tenha saúde. Paulo nos fala  que cada membro é fundamental, tendo a devida importância para o corpo.
 

Somos dirigidos pelo mesmo Espírito


 
     O Espírito Santo é o guardião da igreja de Cristo. A Bíblia afirma que Ele irá preparar a igreja para o seu encontro com Jesus. É Ele quem dirige a igreja e une todos os cristãos em  Cristo. Cada membro foi colocado pelo Senhor de uma maneira especial a  desempenhar uma ou mais funções no corpo. Sendo assim, na igreja não deve existir concorrência, e sim, cooperação”. O Espírito Santo forma aqui uma unidade orgânica tal, que exige de todos os membros do corpo que funcionem em harmonia.

 

Somos membros uns dos outros


     Os membros estão interligados e ajustados para a saúde do corpo. Eles necessitam uns dos outros. Estão coordenados por Deus a fim de cooperarem em favor uns dos outros. É algo tão extraordinário que, se um membro sofre, todo o corpo sofre, porque todos os outros membros sofrem. E, de igual maneira, se um membro é honrado, todos os demais são honrados, porque estão unidos em um só corpo. Existe uma responsabilidade muito grande que pesa sobre nós: “Devemos cuidar uns dos outros”. Com isso, podemos observar a necessidade de uma dependência mútua.    

 

Somos a igreja de Cristo


     A igreja de Cristo foi estabelecida por Ele e alicerçada Nele. Ele queria que a sua Eclésia proclamasse o Seu Reino. Ela iria crescer e se espalhar por toda a terra através das sementes do Evangelho, as “Boas Novas” de Jesus.  Verdadeiramente é um grande privilégio fazer parte do corpo cuja cabeça é Jesus. Pensando mais uma vez na metáfora utilizada por Paulo, entendemos que os membros devam responder aos estímulos enviados a eles pela cabeça, que é Jesus. Nossas ações e condutas devem ser reações que respondem aos seus estímulos, nos impulsionando a vivermos como um só corpo. 
     Gostaria de terminar essa breve reflexão sobre a igreja, falando um pouco da nossa PIB. Verdadeiramente nossa igreja é uma comunidade muito especial. Aprouve a Deus nos enviar pessoas de vários lugares do nosso extenso Brasil, para nos fazer aprender tanto, uns com os outros. Estou certo de que Deus tem muito a fazer em nós e através de nossas vidas. Ele nos deu dons e talentos, tem nos abençoado com toda sorte de bênçãos e fará muito mais do que pedimos ou pensamos.                        
 
Pr. Reginaldo R. Magalhães