Pastorais

 

Pastoral, 07 de Outubro de 2012

Nosso Deus: Um Deus que ama muito!

Nós dizemos que DEUS é AMOR, e cremos que é verdade!
Mas como entender esse amor? Será que esse amor é como o nosso .
Vejamos o exemplo do Rei Manasses
Rei de Judá- começou a reinar com apenas 12 anos de idade:

- Foi sucessor de Ezequias seu pai.
- Fez o que era mal aos olhos do seu Deus (v-2).
-Levou toda Judá e Jerusalém (todos os moradores) a fazer coisa que eram piores do que as nações que o Senhor havia destruído, de diante de Israel (norte).
-Pode-se dizer que foi o pior e mais perverso rei de Judá.
-Trouxe de volta a ídolos que tinham sido destruídos por seu pai Ezequias.
-Restabeleceu o culto a Baal.
-Queimou seus próprios filhos no fogo em adoração a Moloque.
-Derramou muito sangue em Jerusalém.
-Profeta Isaias foi contemporâneo de Manasses e diz a tradição judaica que foi martirizado (cortado ao meio) dentro de um tronco oco.

Apostasia (Pecado do homem) - Punição (Tratamento de Deus) - Arrependimento do homem - Compaixão e misericordia de Deus.

O pecado do homem - (apostasia do povo) descrito acima.


Conseqüências do pecado - (punição do povo)

IICronicas 33:11 / Jeremias 15:4
Romanos 2:23 -Ruptura/ Separação. Rom.6:23 – Morte .

O pecado traz a nós um peso de culpa; uma angustia; um vazio dentro de nós; podemos dizer que é Deus trabalhando , abrindo os nossos olhos para ver e os nossos ouvidos para ouvir.


Arrependimento - (conversão)


Humilhou-se/Orou muito/ Suplicou: II Crônicas 33:12-13

“E ele, angustiado, orou deveras ao SENHOR seu Deus, e humilhou-se muito perante o Deus de seus pais; E fez-lhe oração, e Deus se aplacou para com ele, e ouviu a sua súplica, e tornou a trazê-lo a Jerusalém, ao seu reino. Então conheceu Manassés que o SENHOR era Deus”.

Então conheceu Manasses que o Senhor era DEUS. Mateus11:28-30


Compaixão de Deus.

Deus ouve a oração daqueles que o buscam. IICronicas 33:13 IICronicas7:14 “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”.

Isaías 1:18 “Vinde então, e argüi-me, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã”.

Mateus1:21“E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”.

Ele, Jesus é o Salvador e Libertador prometido.

No antigo testamento Deus levantava como libertador um juiz; um profeta; um rei para abençoar; corrigir seu povo.

Jesus Cristo o filho de Deus veio para ser o nosso libertador; salvador; senhor;nos livrou da morte e nos deu vida em Cristo Jesus.(Rm.6=23; Col. 2=13,14;Col.2=6,7)


Valdemar Shultz



 


Pastoral, 30 de Setembro de 2012


Deus me ama

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16

O encontro com Nicodemos, príncipe dos Judeus.

“Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele”. João 3:2

Nicodemos reconheceu:

- Jesus como mestre

- Vindo de Deus.

- Pelos sinais que operava.

Jesus não respondeu a Nicodemos. Ele trouxe um novo tema para a reflexão de Nicodemos: “O novo nascimento”.

“aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”. João 3:3

Nicodemos não conseguia entender esse novo conceito que Jesus trouxera.

“Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?” João 3:4

Jesus vai então deixar claro para Nicodemos, como isso

“Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus”. João 3:5

Nascer da Água, nascer do Espírito.

Jesus está estabelecendo a diferença entre nascer da carne e nascer do Espírito. Carne é uma coisa e Espírito é outra coisa.


Deus me ama intensamente

Ele se deu, se entregou, se desnudou. Sua entrega foi total.
Ele deu tudo. Foi algo intenso.

“Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”. João 15:13

Amor que foi derramado por e em nós.

“E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”. Romanos 5:5

Um Amor que excede a compreensão humana.

“E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus”. Efésios 3:19


Deus me ama incondicionalmente

Ele me aceitou. Não colocou condições para fazê-lo. Não esperou qualquer atitude positiva de minha parte. Independentemente do que eu iria fazer, Ele decidiu me amar.

“Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”. Romanos 5:6-8

O Amor de Cristo foi onde estávamos e nos achou do jeito que nos encontrávamos. Isso verdadeiramente nos constrange.

“Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram”. 2 Coríntios 5:14


Deus me ama incansavelmente.

Ele não se cansa de me amar. O verdadeiro amor não cansa. Isto quer dizer: que Ele me ama sempre e a cada dia. Temos aqui a idéia abrangente do tempo, no sentido de “até o fim”, e a idéia de “a cada instante, em cada momento”. Ele me ama sempre.

“Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor”. Romanos 8:38-39

O Senhor me amou com amor eterno. Ele não desiste de nos amar. Não desiste de mim.

“Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí”. Jeremias 31:3

Enfim, que amor é esse? Eu não consigo compreender?
Amor intenso, amor incondicional e amor incansável. A importância do conhecimento do amor de Cristo.

“E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus”. Efésios 3:19

A necessidade de andar nesse amor.

“E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave”. Efésios 5:2


Pr. Reginaldo R. Magalhães



Pastoral, 23 de Setembro de 2012


Como atravessar as tempestades da vida

A tempestade é um fenômeno metrológico caracterizado por ventos fortes, trovoadas, relâmpagos, raios e chuva. A palavra latina que origina o termo é tempestade que significa tormenta, agitação. A quantidade de energia em uma tempestade é maior que a energia liberada pela primeira bomba atômica que foi detonada em 1945. A diferença é que a bomba atômica libera toda sua energia em uma fração de segundo, enquanto uma tempestade o faz durante um maior período de tempo.

Atravessar uma tempestade não é uma tarefa fácil, uma vez que ela pode causar vários danos que necessitarão de diversos reparos posteriores. Certamente muitos de nós já tivemos que enfrentar um temporal durante o trajeto de casa para trabalho e para outros lugares como faculdade, igreja ou durante uma viagem de férias. Porém, acredito que a pior das tempestades é aquela que acontece em alto mar. É possível imaginar o grande pavor experimentado quando se está em barco ou navio que começa a ser agitado por grandes ventos e correndo o risco de naufragar.

Na vida nós também passamos por tempestades, períodos de agitação e tormenta que vão desde uma chuva forte até uma grande tempestade em alto mar. Contudo, observamos que em Marcos 4:35-41, o nosso mestre e Senhor Jesus nos ensinando como atravessar as tempestades da vida até sermos conduzidos em paz para o outro lado do mar.

“Naquele dia, sendo já tarde, disse-lhes Jesus: passemos para outra margem” (v.35).

Jesus inicia sua jornada para o outro lado do mar da Galiléia depois de uma intensa atividade ministerial. Ele e seus discípulos se despediram da multidão e começam a travessia. Devido a sua localização, o mar da Galiléia estava sujeito as muitas tempestades, uma vez que fortes ventos sopravam sobre as montanhas que o rodeavam, alterando rapidamente a pressão atmosférica sobre ele. Nessa tarde, em particular, levantou-se uma tempestade de ventos incomum. Com a força da ventania, a segurança do barco e de seus ocupantes estava ameaçada, à medida que as ondas o assolavam. Ainda que muitos deles eram pescadores que praticamente viviam no lago, os discípulos temeram por suas vidas quando o barco começou a encher-se de água. Entretanto, no desenvolvimento dessa história, conseguimos aprender três atitudes ensinadas por Jesus de como um discípulo deve se comportar na tempestade:

Clamar

“... e eles o despertaram e disseram: Mestre, não te importa que pereçamos?” (v.38)

Quando estamos na tempestade podemos clamar a qualquer momento pela ajuda no nosso Mestre Jesus. Não é preciso esperar a água inundar todo o barco na iminência de um naufrágio para clamar pelo socorro. De acordo com o Salmo 46, o Senhor está sempre pronto para ser achado por nós na hora da tribulação, Ele é o nosso refugio e proteção.

Aquietar

E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou e fez-se grande bonança” (v. 39)


Talvez esta seja a atitude mais difícil para nós, pois em nossa ansiedade, não suportamos esperar o auxilio de Deus. Nas adversidades nos esforçamos a todo o momento para resolvê-las. Desejamos amenizar a nossa dor, ou até mesmo anestesiá-la. Mas esta não é uma reação que expressa fé em Deus. Se verdadeiramente reconhecemos que Ele é Deus devemos aquietar o nosso coração e entregar os nossos problemas em Suas mãos deixando que Ele faça conforme a sua vontade.

Confiar

“Então lhes disse: Por que sois assim tímidos?! Como é que não tendes fé?” (v.38)

Ao clamarmos pela ajuda do Senhor e aquietarmos o nosso coração, podemos também confiar que o Deus a quem servimos pode todas as coisas. Precisamos manter firme a nossa fé e confiança no Senhor, conscientes de que nada é impossível para Deus.

“... quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?” (v.41).

Aqueles que são discípulos de Jesus sabem quem ele é: o condutor e Senhor do barco da sua vida, e por isso conseguem passar em paz e segurança pelas tempestades da vida.


Rafael Souza Rodrigues







Pastoral, 16 de Setembro de 2012

 Ressurreição– Vida de Deus

Texto Bíblico: Filipenses 3:10

Existem momentos difíceis em nossas vidas, que retiram de nós as forças, de tal maneira, que acreditamos, em algum momento, que não vamos conseguir vencer. Entretanto, existe algo depois daquilo que parece ser o fim. Quando para nós acabou, para Jesus é apenas o começo. Todos aqueles que cruzaram o caminho de Jesus, tiveram suas vidas mudadas. Ele interferiu na história de vida dessas pessoas que puderam se encontrar com Ele. Jesus pode dar outra perspectiva àqueles que estão sem esperança. Afinal, Ele tem prazer em nos surpreender.Na Bíblia, existem várias curas, mas, apenas três ressurreições


A menina - (Marcos 5:42 )

Jesus chamou Jairo – um homem influente da cidade onde morava e lhe disse:“não tenha medo, creia”. Haviam dito a Jairo que não incomodassem o Mestre, porque a sua filha que estava enferma, já havia falecido. As pessoas falam muitas coisas, e na maioria delas, palavras que nos desanimam e entristecem. Cuidado com as conversas do meio do caminho, elas sempre vão existir em nossas vidas, nos levando a uma condição ainda pior. Jesus estava dizendo a Jairo: “olhe para mim eu posso mudar a história, eu dou a palavra final”. Ele estava disposto a ir com Jairo até o fim.

A menina se levantou e começou a andar.

Jesus põe a nossa vida para andar. Quando uma dor é muito grande, ela nos paralisa. Muitas crises na vida do ser humano fazem com a vida pare. Mas existe uma palavra que vem do céu, do Cristo. Uma palavra de ressurreição e vida que nos faz andar.



O rapaz - (Lucas 7:15)

Aquela mulher já tinha perdido o marido e agora sai da cidade para enterrar o seu único filho. Que tristeza! Imagine a angustia daquela viúva de Naim. Só que ela não podia imaginar que iria encontrar com Jesus na entrada da cidade. Ali ocorreu o encontro da morte com a vida. O autor da vida chegava para mudar a sorte daquela mulher. Jesus parou o cortejo fúnebre, tocou no esquife e deu uma palavra: “Jovem, eu te mando, levanta-te”.


O rapaz sentou-se e começou a falar.


Sentou-se para falar. Muitas pessoas estão caladas, sem voz. Falta-lhes a dignidade. Estão caladas porque a sua palavra não tem valor, não é aceita. Estão oprimidas pelo peso do silencio, da“não aceitação” e da indiferença. Jesus quer restaurar a dignidade do ser humano, lhe dando a oportunidade de se expressar. A ordem de Jesus é vida e vida em abundancia.


O amigo - (João 11: 43)

Lazaro era amigo de Jesus e estava sempre em sua casa. Agora foi a sua casa, mas se deparou com uma situação muito difícil: o seu amigo tinha morrido. Jesus pediu imediatamente para levá-lo onde ele fora sepultado. Quando chegou, pediu ajuda àqueles que ali estavam. Jesus podia ter feito tudo sozinho, mas, não fez; deixando claro que existem coisas que Ele faz e coisas que nós precisamos fazer. Às vezes na ressurreição do outro, Deus vai chamar pessoas para ajudar. Ele coloca amigos para nos abençoar, pessoas que vão ajudar a desobstruir o caminho. A pedra está entre o que Jesus falou e o que Ele ia fazer. Existe um grupo de pessoas que Deus vai usar para tirar a pedra; um trabalho bruto. Entretanto, existe um grupo de amigos que vai desatar as ataduras; um trabalho mais sensível e delicado. Mas, o milagre quem vai fazer é Jesus. Em nossas vidas sempre vamos precisar de ajuda e em muitas ocasiões seremos a ajuda dos outros. Um dia somos do grupo que tira a pedra, dos que fazem uma força muito grande para desobstruir o caminho, liberando o milagre de Deus na vida do outro. Noutros dias, seremos do grupo de retira ataduras, trabalho cuidadoso. Entretanto, em outros dias nós estaremos no lugar de Lazaro, precisando urgentemente de um milagre de Deus. O Senhor Jesus deseja que ajudemos uns aos outros para que os seus milagres aconteçam. Assim poderemos andar, falar, ajudar e ser ajudado.


Pr. José Rego do Nascimento Jr.





 
 
 

Pastoral, 09 de Setembro de 2012


Uma mentalidade que transforma


Texto Bíblico: II Coríntios 4:16-18

Existem situações em nossas vidas tão adversas que nos levam a um processo de cansaço e esgotamento que em grande medida minam as nossas resistências e reservas. Vejamos:

1. Cansaço – “Estou cansado”.

2. Desfalecimento – “não agüento”.

3. Esgotamento – “Desisto definitivamente”

4. Amargura – “odeio isto”

Precisamos ter algumas atitudes indispensáveis para combatermos esse processo de declínio, que gera em nossas vidas sentimentos nocivos à nós e aos que estão à nossa volta.

Invista na sua renovação interior

V16. “Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia”. O Salmista falava com a sua alma: “porque estás abatida oh, minha alma, porque te perturbas dentro em mim; espera em Deus pois ainda o louvarei”. Quando estamos fracos. Quando nos sentimos desanimados. Precisamos orar um pouco mais. Nem que seja uma oração pequena. Um pouquinho de oração é melhor que nenhuma. Precisamos de uma leitura bíblica, nem que seja apenas um salmo, ou um versículo . Precisamos de uma reunião que anime os nossos corações, Não precisa ser um grande congresso ou um seminário. Pode ser um culto de oração, ou quem sabe, um grupo pequeno de irmãos, ou ainda, conversar com alguém que nos traga edificação. Precisamos sentir algo novo, coisas que possam sustentar a nossa alma, para que a despeito das circunstancias externas, possam renovar o nosso homem interior dia a dia. Então prosseguimos mais um dia, mesmo que seja difícil.


Use a balança e o relógio da eternidade.
V17. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente”;O texto diz que o nosso sofrimento ou tribulação é: “leve ” . Se é leve, está falando de peso. (balança).“momentânea”. Se é momentânea está falando de tempo. (relógio).Quando subimos na balança do banheiro, levamos um susto e dizemos: “puxa esse peso não é meu”. “não deveria estar pesando tanto”.Se usamos a balança da igreja ou da sociedade, nos assustamos também e dizemos: “eu sei que esse peso não é meu. De onde veio este peso extra? Está em nossos ombros! Ah meu Deus que peso! O que é que estou carregando. Alguém vai tirar esse peso das minhas costas? Quando vai acabar isso? Se subimos na balança de Deus, Ele vai nos dizer: “agora, toda a tribulação é leve”. Cada tribulação envia para o céu, um caminhão cheio de peso de glória, diz o texto.O apostolo Paulo diz: a tribulação agora ,“produz para nós peso de glória”. Aquilo será revertido em nosso favor. Da mesma forma o relógio: Se olharmos para o relógio, ou para o calendário do mês, ou para a agenda dos nossos compromissos, podemos dizer: “puxa, não alcancei os meus objetivos. Entretanto, para Deus mil anos são um dia. Se a nossa vida aqui é breve, apenas uma brisa que passou, assim também podem ser os nossos momentos de aflição. Sendo assim, precisamos levar em consideração as medidas de Deus.
Contemple com os olhos do coração.
V18.Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas”.Se olharmos com os olhos físicos, o que é que vamos enxergar? Enxergamos aquele pastor que a gente não gosta, aquele diácono que a gente odeia, aquele líder que não toleramos, aqueles irmãos que nos incomodam, aqueles parentes que nos aborrecem, aqueles colegas de trabalho que nos perseguem. Enxergamos a falta de dinheiro, enxergamos as coisas materiais. Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas”. Mas, com os olhos da fé, com os olhos do coração, como Paulo diz aos Efésios: “que sejam iluminados os olhos do vosso coração, para compreenderdes a riqueza da vossa herança”. O coração tem olhos. Veja Jesus. Se Ele olhasse apenas com os olhos humanos, ele olharia para aquela cruz e diria é demais para mim. O seu lado humano revelou isso, quando disse ao pai: “se possível passa de mim este cálice”.Mas, ele se dobra à vontade do Pai, e afirma: “que não seja feita, a minha, mas a vossa vontade”. Isaias 53 vai completar: “ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma, e ficará satisfeito”. Que o Senhor nos abençoe e nos ajude a mudar a nossa mentalidade para vencermos os embates da vida.
Pr. Reginaldo Magalhães
 








Pastoral, 2 de Setembro de 2012


 
Soberania e os propósitos de Deus



“Tu és meu servo, eu te escolhi e não te rejeitei; não temas porque eu sou contigo, não te assombres porque eu sou teu Deus” Isaias 41: 9c e 10


O capitulo 41 de Isaias está dentro de um bloco que fala da grandeza de Deus: ao libertar Israel, ao criar todas as coisas, ao oferecer o seu servo Jesus à humanidade, ao restaurar Israel como nação, ao usar o rei Ciro para julgar Babilônia e, sobretudo sua grandeza em relação aos deuses pagãos. Deus mais uma vez demonstrará o seu poder ao usar dois reinos pequenos: os medos e os persas, para destruir a grande Babilônia, resgatando o seu povo e restaurando a nação de Israel.


Ele nos escolheu

Podemos observar que o profeta vai usar os nomes Israel, chamando de servo; e Jacó, chamando de elegido. É muito interessante pensar que Deus escolhe Jacó, mesmo sendo ele, trapaceiro e enganador. Ele foi escolhido por Deus antes mesmo de ter o seu caráter confrontado. Deus decidiu nos escolher antes de nós o escolhermos. Jesus afirmou em João 15: 16 “não fostes vos que me escolhestes, eu vos escolhi a vós...”. Fomos escolhidos estando nós mortos nos nossos delitos e pecados, segundo o apostolo Paulo.


Ele está conosco

A expressão “não temas” é muito usada na Bíblia. Quando Deus chama Abraão em Gn 15, Ele diz: “Não temas”. O Senhor está sempre dizendo aos seus servos: “não temas”. Foi assim com Maria, José, Pedro (Lc 5:10) , Paulo (At 18:9) , João (Ap 1:17). Quando Deus chamou Moisés e o enviou a Faraó, Ele disse: “não temas, Eu serei contigo. Deus sempre disse que estaria com o seu povo. Jesus afirmou aos seus discípulos, que estaria com eles, todos os dias até a consumação dos tempos.


Ele é o nosso Deus

O profeta ainda vai dizer: “não te assombres, não tenha medo, “Eu sou o teu Deus”. Deus queria que todas as nações em torno de Israel soubessem que Ele era o Deus de Israel. Eles tinham muitos deuses, mas o Deus todo poderoso, criador de todas as coisas e único Deus, era o Deus de Israel. Tudo que acontecia com a nação, falava para os outros povos que, Ele era o Deus de Israel. Gigante que foi morto, mar que se abriu, muralhas que caíram, comida que caiu do céu, coluna de nuvem de dia e coluna de fogo a noite, fogo do céu que consumiu o holocausto, impérios que foram destruídos por reinos muito menores, como foi aqui, através de Ciro contra a até então: “grande Babilônia”; demonstravam o Deus de Israel às nações. Ele é o nosso Deus.


Deus que nos fortalece

Temos experimentado em nossas vidas as ações poderosas do nosso Deus. Não simplesmente, ouvimos as histórias das manifestações de Deus no passado, na vida de outras pessoas, Ele tem nos fortalecido a cada manhã. É o seu poder que nos fortalece, renovando as nossas forças.


Deus que nos ajuda

Gosto do cântico que diz: “e apesar desta glória que tens, tu te importas comigo também”. O criador de tudo que existe se importa comigo, desejando me ajudar em tudo que eu preciso. Ele faz questão de participar da minha vida, me ajudando a seguir em frente na caminhada da fé.


Deus que nos sustenta
Encontramos aqui a provisão de Deus. Ele vai providenciar o alimento, não só o material, mas, sobretudo o espiritual. Ele vai cuidar de nós em todos os detalhes. Seremos sustentados por Ele, nos embates da vida, nas adversidades do mundo, nas tentações dos desertos, nas privações, nos desafios, nos dilemas da nossa existência. Ele vai nos sustentar. O Deus todo poderoso é o nosso Deus, que nos escolheu e que está conosco para nos fortalecer, ajudar e sustentar. Que Ele continue nos abençoando. Em Cristo,

Pr. Reginaldo Magalhães












Pastoral, 26 de Agosto de 2012

Retorno ao primeiro amor


“Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor ”. Apocalipse 2:4
O começo de tudo é sempre muito bom. Um novo emprego, uma nova casa, uma nova cidade, um novo relacionamento, um novo pastor, geralmente, são situações da vida carregadas de expectativas e disposições internas positivas. Mas o tempo passa e com ele vêm as dificuldades, as lutas e as crises. Entretanto, o tempo também traz alegrias, conquistas e realizações. Já diria o autor de Eclesiastes “há um tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Existem algumas coisas que com tempo devem ser deixadas para trás como a imaturidade, os melindres, os traumas, as mágoas, e, sobretudo, o pecado. Porém, tem outras coisas que o tempo não pode levar. E uma dessas coisas que o tempo não pode apagar é o primeiro amor. Vemos que no livro de Apocalipse que aponta para um tempo eterno, existe uma clara exortação da parte do Senhor Jesus à comunidade cristã de Éfeso sobre a necessidade de cultivar o primeiro amor no tempo presente. Ainda que Cristo elogiasse a igreja de Éfeso quanto ao esforço, trabalho árduo, perseverança e a firmeza na doutrina, Ele deixa claro que o primeiro amor é o elemento fundamental que nunca poderia faltar em uma igreja. Aquele primeiro entusiasmo, onde a comunhão com Deus, o desejo de estar na presença dele era principal motivação dos efésios, o que também refletia diretamente na comunhão uns com os outros, havia se perdido em meio a tantas outras atividades desenvolvidas pela igreja. Sendo assim, Cristo propõe um caminho de retorno ao primeiro amor que consiste em três passos essenciais: lembrar, arrepender e voltar à prática.

Lembrar

“Lembra-te pois de onde caíste...” (Ap 2.5)

O primeiro passo nos remete a um exercício de lembrar ou rememorar o começo da nossa caminhada cristã, em uma tentativa de identificar quais eram as motivações e as práticas que caracterizavam esta etapa, e ao mesmo tempo, perceber em qual momento se perdeu as disposições iniciais.

Arrepender

“... arrepende-te...”

Após a reflexão sobre o começo vem o momento do segundo passo: o arrependimento. Nesta etapa nós admitimos as nossas falhas no processo de abandonar o primeiro amor, e sentimos com tristeza a responsabilidade pelos nossos atos.

Voltar à prática

“... e volta a prática das primeiras obras...”

Um arrependimento genuíno deve gerar no nosso coração um sincero desejo de mudança, o que conseqüentemente irá nos mover em direção a voltar a praticar as obras do primeiro amor, frutos do arrependimento.

A grande recompensa

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus”(Ap 2:7)

A grande recompensa para aqueles que retornam ao primeiro amor, e buscam com todo o seu coração desfrutar aqui neste mundo a maravilhosa presença de Deus, terão como recompensa uma comunhão constante, plena e perfeita com Ele por toda a eternidade.

Rafael S. Rodrigues














Pastoral, 19 de Agosto de 2012

Filhos segundo o coração de Deus 


Honrar

Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá”. Êxodo 20: 12

A primeira atitude de um filho segundo o coração de Deus é honrar. Honrar é ser motivo de alegria pelos pais. Significa dar bons motivos. O único mandamento seguido da promessa de Deus de prolongar os dias de vida sobre a face da terra.


Obedecer

Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor”. Colossenses 3:20

Aobediência aos pais é a segunda atitude de filhos segundo o coração de Deus Jesus quem trouxe a concepção do Deus que está próximo, que se inclina; o Deus que é Pai. Ele queria ensinar aos seus discípulos, que mais do que seguidores, eles são filhos de Deus, e isso só foi possível por intermédio de Jesus. O unigênito do Pai, agora é também, o primogênito, ou seja, o primeiro de muitos outros filhos.

Temos um Pai, amoroso, que cuida de nós, nos mínimos detalhes, que supre cada uma de nossas necessidades e que está no céu, vendo todas as coisas, mas também está em nós pelo seu Santo Espírito.


Aprender

“Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe”, Provérbios 1:8

Aterceira atitude dos filhos segundo o coração de Deus é a capacidade de aprender. Eles estão dispostos a aprender através das instruções e ensinamentos de seus pais. Certamente é uma atitude sábia, buscar extrair de cada instrução e experiência, o crescimento


Cuidar

“Mas, se alguma viúva tiver filhos, ou netos, aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família, e a recompensar seus pais; porque isto é bom e agradável diante de Deus”. 1 Timóteo 5:4

Por fim, cuidar é uma atitude de reconhecimento dos filhos àqueles que foram durante toda a vida os seus verdadeiros guardiães. Aqueles que não mediram esforços para vê-los crescer e prosperar. Provavelmente a grande maioria dos filhos reconhece o esforço que seus pais empregaram para que eles fossem bem sucedidos em todas as coisas. Agora, se espera, que eles cuidem de seus pais, traduzindo em atos, o que os discursos de formaturas dizem. Infelizmente vivemos em um país que não respeita os seus idosos. O desrespeito está por todos os lados: nas ruas, repartições públicas, estabelecimentos comerciais. Entretanto, o que mais causa indignação é o desrespeito em casa. Filhos que não obedecem, que gritam com os seus pais, que desrespeitam o tempo todo. Os cristãos não são assim! São filhos que reconhecem o valor de seus pais, além de aprender pela Palavra de Deus a exercer piedade, recompensando a eles tudo que fizeram. Essas atitudes verdadeiramente agradam e alegram o coração de Deus, nosso Pai.



Pr. Reginaldo R. Magalhães













Pastoral, 12 de Agosto de 2012

Deus Pai


“Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome, venha o teu Reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céu”. Mateus 6: 9, 10

O Antigo testamento nos traz várias idéias da figura de Deus. Ele era o Deus que se revelava na voz do vento, dos trovões, da sarça que se queimava e não se consumia, do fogo que descia e sobre o altar do sacrifício, ou ainda, da nuvem de dia e da coluna de fogo à noite, que conduziam o seu povo pelo deserto. O Deus poderoso que manifestava seu poder através dos feitos de Israel, sempre era visto a distancia. O relacionamento com Ele se dava por meio dos sacerdotes, seus interlocutores.

Pai nosso

Foi Jesus quem trouxe a concepção do Deus que está próximo, que se inclina; o Deus que é Pai. Ele queria ensinar aos seus discípulos, que mais do que seguidores, eles são filhos de Deus, e isso só foi possível por intermédio de Jesus. O unigênito do Pai, agora é também, o primogênito, ou seja, o primeiro de muitos outros filhos.

Temos um Pai, amoroso, que cuida de nós, nos mínimos detalhes, que supre cada uma de nossas necessidades e que está no céu, vendo todas as coisas, mas também está em nós pelo seu Santo Espírito.


O nome do Pai

Ele é o Deus Criador de todas as coisas e que as sustenta com seu poder. O seu nome é Santo, declarado pelos anjos na visão do profeta Isaias: “Santo, Santo, Santo é o Senhor dos exércitos. Nome que está acima de todo nome e que nos foi dado por Jesus. Que maravilha, sabermos que os nossos nomes têm o Seu nome. Em algumas cidades, ainda se guarda a tradição da importância do nome. E sempre se pergunta para quem chega: “você é filho de quem? Ah, eu sou filho de fulano, da família tal. Imagine, somos filhos de Deus. Temos o seu nome. Que privilégio! Somos filhos daquele que criou todas as coisas. Pense um pouco, tudo é Dele, tudo pode ser nosso. Se verdadeiramente, entendermos essa verdade, modificaremos a nossa conduta e usufruiremos daquilo que o Pai tem para nós. Que pena, que o filho mais velho, da parábola do filho pródigo, não conseguia enxergar tudo que tinha, por viver junto de seu Pai. Ele simplesmente, não se apropriou de quem era e conseqüentemente não desfrutou do que tinha. (Lucas 15)


A vontade do Pai

Avontade de Deus segundo o apóstolo Paulo é boa, agradável e perfeita. Jesus queria que seus discípulos entendessem que o melhor para suas vidas era obedecer a Deus, submetendo à sua vontade. O que mais Jesus fazia, era obedecer a vontade do Pai. É tão bom, quando obedecemos e assim temos a benção do Pai. Muito filho tem deixado de obedecer aos seus pais, e tantos outros deixaram de ter o bom hábito, de pedir, todos os dias, a benção aos seus pais. Tais filhos ficam expostos demais as intempéries do mundo. A palavra de Deus afirma que obedecer é melhor que sacrificar. Jesus nos ensina na oração do Pai nosso, que devemos desejar a vontade de Deus aqui na terra, assim como ela é no céu. Nem sempre a nossa vontade está alinhada à vontade do Pai e aquela que deve prevalecer, para o nosso bem, é a vontade do Pai. Aproveito para parabenizar todos os pais da PIB, desejando-lhes toda a sabedoria, autoridade e amor, no legado de Deus, que também é um privilegio o de ser Pai.

                                                          
Pr. Reginaldo R. Magalhães



 
Pastoral, 5 de Agosto de 2012
 
 
Alegria sobre as fases da vida.
 

Texto Bíblico: Filipenses 3: 1 -21

“Sim, na verdade, tenho também como perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo”...

“Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas vou prosseguindo, para ver se poderei alcançar aquilo para o que fui também alcançado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante,prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus”. Filipenses 3: 8, 12-14

Nossa vida é composta por diversas fases ou períodos. Passamos por momentos de clímax, euforias e momentos de tensões marcados por frustrações e decepções. Essas emoções querem constantemente ditar nossa maneira de se portar diante da vida.
O apóstolo Paulo mostra aos filipenses como ele aprendeu a ser alegre. Para isso, temos que avaliar os períodos de nossa vida:

1- Avaliar o passado

O apóstolo Paulo se oferece como exemplo aos filipenses, mostrando o seu curriculum impecável (v.5-6). Aqui estava um homem que tinha do que orgulhar-se. Um homem que herdou de seus pais e família uma alta linhagem. Um homem que se esforçou e lutou para atingir o mais alto nível social e religioso de seu tempo.

Mas contabilizando o seu passado ele chamou tudo de perda! O conhecimento de Cristo Jesus foi superior a tudo, de forma que todas as outras coisas se tornaram inferiores e inúteis.


2- Pondere o seu presente

Nos versículos anteriores Paulo esboçou sua biografia. Ele olhando para seu passado abriu mão de seus direitos. Agora no presente ele via como um atleta que corre aceleradamente para a linha de chegada a meta final de sua carreira. No presente ele decidiu: “uma coisa faço”.

Apesar de um passado marcado por tantas aparentes vitórias e por diversas outras dificuldades, ele decidiu continuar avançando e esquecendo das coisas que para trás ficaram em sua vida. Nem as maiores conquistas ou as piores frustrações de sua vida, o impediriam de avançar e alcançar seu maior prêmio: a soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.


3- Visualize seu futuro

Olhando para seu presente Paulo não se limitou, nem se restringiu aos tempos áureos de sua vida e agora por último passa a olhar para seu futuro. “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” v. 20.

Paulo chama os filipenses a viver, em sua cidade, com os olhos fitos na sua verdadeira pátria. O céu não é só nosso destino, mas nossa origem. Os filipenses deveriam viver na expectativa do retorno, não de Cezar o imperador romano, mas aguardar o Salvador, o Senhor Jesus Cristo.


Sem. Carlos Henrique Viana



Pastoral, 29 de Julho de 2012

Recebemos o que não mereciamos



“Porque pela Graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, e dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie”.

Efésios 2: 8, 9


A lógica do mundo

Vivemos em um mundo em que recebemos a punição pelos nossos erros. Somos punidos, na medida em fazemos algo errado. Quando criança, somos corrigidos pelos nossos pais, por alguma peraltice. O Douglas compartilhou que apanhou do irmão e depois do pai, porque jogou, com toda a força, o controle do vídeo game, na boca de seu irmão. O nosso mundo tem a máxima do que chamamos de: “toma lá, dá cá”.

Adão e Eva, nossos pais.


Oprimeiro casal da humanidade desfrutava de um relacionamento intimo e pessoal com Deus, o Criador. Tinham tudo que precisavam e viviam de maneira tranqüila e aprazível. Até que............ desobedeceram! Eles sofrerão sanções pelos seus erros. Serão expulsos do lugar onde habitavam, comerão do suor do trabalho, sentirão dores terríveis, entre outras coisas, porque? Mereciam. Entretanto, Deus mostra ali mesmo, o que poderia ser feito para que eles pudessem reconciliar com Ele. Um cordeiro foi imolado e a sua pele se tornou vestimenta para cobrir aquele casal e toda a humanidade.


O Filho pródigo

O filho mais moço está de volta: sujo, maltrapilho, humilhado, sem recursos. Tudo porque preferiu sair de casa com os seus bens para viver uma vida dissoluta. O que ele merece então: Punição! A lógica do mundo precisa prevalecer, mas.... . não foi isso que o pai fez. Ele promoveu uma festa, matou um bezerro, deu presentes, dentre os quais, um anel, que dizia: “você continua sendo meu filho amado”. Para aquele pai, ele não deixara de ser seu filho.


Barrabás, um de nós.


A libertação de Barrabás fazia parte de uma tradição na páscoa de libertar um preso em detrimento do aprisionamento de outro. Jesus estava sendo condenado naquele momento. Um inocente que não merecia passar pelo que passou. Alguém que amou, perdoou, e só fez o bem. Estava sendo caluniado, condenado por um crime que não cometeu. O povo sentenciou:“Crucifica-O”. E o mesmo povo pediu: “Soltem Barrabás”. Mas, quem é Barrabás? Poderíamos dizer: um ladrão, estuprador, assaltante, marginal, assassino, etc. Mas, de fato, Barrabás é um de nós, homens pecadores que foram livres na condenação de um inocente.


A lógica de Deus


A lógica de Deus não é a lógica do mundo. O amor de Deus é incondicional. O ápice da justiça de Deus é a morte de seu único Filho, Jesus. Ele se entrega no calvário por cada um de nós, nos justificando de todo pecado. Somos pecadores, sim. O salário do pecado é a morte, sim. “Mas, Deus prova o seu amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós, ainda pecadores”. Ele nos justificou. Agora, somos libertos como Barrabás, e podemos voltar para casa como o filho pródigo. Porque Ele nos amou.


Pr. Reginaldo R. Magalhães

 

 

   

Pastoral - 24 de Junho de 2012



 








Somos parte do Corpo de Cristo
  

“Ora vós sois corpo de Cristo, e individualmente seus membros” I Co 12:27

Que privilégio extraordinário fazer parte da igreja de Cristo! Paulo declara aos irmãos de Corinto, que “a unidade é fundamental para a saúde e o crescimento da igreja”. Nesse sentido, o apóstolo vai usar a metáfora “Corpo” para nos explicar um pouco mais o que significa a igreja de Cristo e o propósito dos dons na sua edificação. Somos advertidos aqui a vivermos em unidade, respeitando as diversidades. Cada um de nós é um membro do corpo de Cristo e, como membros, temos uma ou mais funções no corpo, que devem ser desempenhadas de tal maneira que o corpo tenha saúde. Paulo nos fala que cada membro é fundamental, tendo a devida importância para o corpo.

Somos dirigidos pelo mesmo Espírito


O Espírito Santo é o guardião da igreja de Cristo. A Bíblia afirma que Ele irá preparar a igreja para o seu encontro com Jesus. É Ele quem dirige a igreja e une todos os cristãos em Cristo. Cada membro foi colocado pelo Senhor de uma maneira especial a desempenhar uma ou mais funções no corpo. Sendo assim, na igreja não deve existir concorrência, e sim, cooperação”. O Espírito Santo forma aqui uma unidade orgânica tal, que exige de todos os membros do corpo que funcionem em harmonia.

 

Somos membros uns dos outros


Os membros estão interligados e ajustados para a saúde do corpo. Eles necessitam uns dos outros. Estão coordenados por Deus a fim de cooperarem em favor uns dos outros. É algo tão extraordinário que, se um membro sofre, todo o corpo sofre, porque todos os outros membros sofrem. E, de igual maneira, se um membro é honrado, todos os demais são honrados, porque estão unidos em um só corpo. Existe uma responsabilidade muito grande que pesa sobre nós: “Devemos cuidar uns dos outros”. Com isso, podemos observar a necessidade de uma dependência mútua.

Somos a igreja de Cristo


A igreja de Cristo foi estabelecida por Ele e alicerçada Nele. Ele queria que a sua Eclésia proclamasse o Seu Reino. Ela iria crescer e se espalhar por toda a terra através das sementes do Evangelho, as “Boas Novas” de Jesus. Verdadeiramente é um grande privilégio fazer parte do corpo cuja cabeça é Jesus. Pensando mais uma vez na metáfora utilizada por Paulo, entendemos que os membros devam responder aos estímulos enviados a eles pela cabeça, que é Jesus. “Nossas ações e condutas devem ser reações que respondem aos seus estímulos, nos impulsionando a vivermos como um só corpo.
Gostaria de terminar essa breve reflexão sobre a igreja, falando um pouco da nossa PIB. Verdadeiramente nossa igreja é uma comunidade muito especial. Aprouve a Deus nos enviar pessoas de vários lugares do nosso extenso Brasil, para nos fazer aprender tanto, uns com os outros. Estou certo de que Deus tem muito a fazer em nós e através de nossas vidas. Ele nos deu dons e talentos, tem nos abençoado com toda sorte de bênçãos e fará muito mais do que pedimos ou pensamos.
Pr. Reginaldo R. Magalhães  



 Pastoral - 01 de Julho de 2012

Santidade - processo de Deus em nós 



"Disse Josué ao povo: Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós”. Josué 3: 5.



Realmente foi extraordinário o que vivenciamos no fim de semana passado. Ainda posso ouvir as palavras edificantes, ministradas pelo pastor Paulo. Devemos glorificar a Deus, pela maneira especial com que nos fala e de como deseja nos abençoar. Vejamos alguns pontos significativos do que nos foi compartilhado.

 

 

Santificai- vos...

 

Gostaria de refletir inicialmente sobre o tema santificação, deixando para a conclusão os benefícios dessa atitude que Deus espera que tomemos. Asantificação é um processo que acontece em nossas vidas na medida em que nos separamos para Deus. A santificação também é um imperativo de Deus para nós: “Santificai-vos.”Deus é Santo e requer de nós, a santidade, como algo fundamental para desfrutarmos da Sua vontade.


Obedecer é melhor que sacrificar

 

 

O processo de santificação em nossas vidas requer uma atitude de “obediência”, que certamente, nos levará a uma relação saudável com Deus: Se possuímos uma relação saudável com Deus, também possuiremos saúde nas nossas relações interpessoais. A obediência é necessária para alcançarmos aquilo que Deus tem para nós. Por isso podemos afirmar que não existe santificação sem obediência. Deus estabeleceu para nós um padrão elevado, ainda que, compreenda as nossas limitações.

Tomar decisões corretas.


Todos os dias em nossas vidas são dias de decisões a tomar. Deus não só espera que tomemos as decisões corretas, mas, nos orienta a tomá-las. Nossa caminhada de fé deve ser pavimentada por decisões corretas, que nos levarão a melhorar nossa qualidade de vida, nossas perspectivas, nos proporcionando uma vida próspera. Entretanto, podemos sofrer muito, por não tomarmos as decisões certas, vivendo uma vida que Deus não quer para nós.

O Senhor quer fazer maravilhas.


Todos nós sabemos que além do seu caráter Santo, Deus é poderoso. Isso significa que Ele pode fazer qualquer coisa, se Ele quiser. O texto que lemos, diz que se nós nos separarmos para Deus, fazendo a sua vontade, obedecendo à sua Palavra, Ele, Deus, vai fazer maravilhas em nós e através de nós. Podemos testemunhar do o Senhor já tem feito no nosso meio, mas, seguramente Ele vai fazer mais, na medida em que O obedecemos e nos apropriamos de suas promessas. Devemos desfrutar do Deus vivo, Santo e Poderoso que temos, tomando a decisão de nos santificarmos cada vez mais para Ele. Portanto, desejo que as palavras do apóstolo Paulo, se cumpram em nossas vidas: O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo: e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. I Ts 5:22,23.

Pr. Reginaldo R. Magalhães
 
 












 

Pastoral - 08 de julho de 2012


 

O nosso Deus


“Se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, Eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” II Crônicas 7:14

A consagração do Templo de Salomão registrada no capitulo sete, do segundo livro das Crônicas, foi algo histórico e extraordinário. Tudo naquele dia foi grandioso. Os sacerdotes em pé nos seus postos, os levitas com seus instrumentos, as ofertas de sacrifício com números impressionantes: 22.000 bois e 120.000 ovelhas. Sete dias de consagração e dedicação do templo, sem dúvida, uma festa que entrou para a história do povo de Israel. Mas, o que podemos aprender nesse texto bíblico? Vejamos:

O nosso Deus está presente



A bíblia diz que Deus manifestou ali a sua presença: “Tendo Salomão acabado de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do Senhor encheu a casa”. v1.O texto ainda vai dizer que os sacerdotes não podiam entrar no templo, porque a Glória de Deus tinha enchido a Sua casa. Que maravilha! Deus está presente no meio daqueles que O adoram. Jesus afirmou que estaria conosco pelo seu Espírito, todos os dias de nossas vidas.


O nosso Deus ouve.



O texto diz no verso 12 que Deus apareceu de noite para Salomão e lhe disse: “Eu ouvi a tua oração”. Porque o nosso Deus ouve. Ele está atento às nossas orações. No verso 14, Ele diz: “Eu ouvirei dos céus”. No verso 15 Ele vai enfatizar: “Estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos”.. .Realmente, Deus está disposto a cumprir as suas promessas. Jesus afirmou que poderíamos falar com o Pai, que Ele ouviria.


O nosso Deus perdoa.


A bíblia diz que: “mas, as vossas iniqüidades fazem separação entre vos e o vosso Deus, e os vossos pecados esconderam o Seu rosto de vós, de modo que não vos ouça”. Isaias 59:2 Entretanto, sabemos também pela Palavra que: “se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar dos pecados e nos purificar de toda a injustiça”. I João 1:9. Ele nos perdoa. Ele se esquece. Encoraja-nos a vivermos um novo tempo a cada instante de nossas vidas. Tira o peso da culpa que tanto nos escraviza. Jesus afirmou que Ele nos perdoaria.

O nosso Deus cura.


A palavra usada no texto é “sarar”. Deus quer sarar. Ele deseja promover a saúde do corpo, da alma, e do espírito. Mas, também quer abençoar a terra, o lugar onde estamos, onde produzimos, onde vivemos. Jesus disse que Ele curaria nossas enfermidades. Enfim, para desfrutarmos dos benefícios do Deus que ouve, que perdoa e que cura; precisamos observar os pontos iniciais do verso 14. Se o meu povo: Humilhar coração que se quebranta diante de Deus. Orar coração que se abre com Deus. Buscar a face de Deus coração que O deseja. Converter dos maus caminhos coração que se arrepende e confessa a Deus. Que o Senhor nos ajude a vivermos a Sua Palavra, para que de fato ela possa ser vida de Deus em nossas vidas.
Pr. Reginaldo R. Magalhães
 
 

 


Pastoral - 15 de Julho de 2012

Jesus, O Cordeiro de Deus 



“Perguntou-lhe Isaque: Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?” Gn 22:7















A história de Abraão é marcada por desafios e uma total dependência de Deus. Quando ainda se encontrava na terra de seus pais, Deus o pediu que saísse do meio da sua parentela, e fosse para uma nova terra que, Ele Deus, iria mostrá-lo.

 

Crer ou Crer.


Abraão confiou em Deus! Ele estava certo de que seria conduzido em segurança à terra prometida, mesmo enfrentando os desafios de atravessar terras inóspitas. Mas uma vez, está diante do desafio de ter fé. Trata-se de crer ou crer. Ele disse aos seus servos; “fiquem aqui e aguardem, porque depois que adorarmos, voltaremos...” Ele estava seguro que voltaria com Isaque. Mas como, se Isaque seria sacrificado à Deus? Abraão cria que Deus o ressuscitaria.

O Deus que nos prova.


Deus havia prometido a Abraão uma terra, mas também fazer dele uma descendência numerosa. Isaque foi o filho da promessa de Deus. Parece um grande paradoxo, mas, Deus está pedindo de volta, o filho que dera. Abraão poderia ter questionado: “por que Deus me deu, se me pediria de volta?”. Ele apenas obedeceu ao Senhor, porque confiava Nele. Não existe na caminhada cristã, aprovação sem provas. Deus está o tempo todo nos provando, para nos abençoar. Vai ficar muito claro nesta história, que Deus não quer matar Isaque, quer apenas que Abraão o entregue a Ele.

 

O Deus que nos conhece.


Deus não nos prova, além das nossas forças. Ele nos conhece a nossa estrutura física, emocional, espiritual. O trabalho de Deus em nós é bem didático, pedagógico. Deus sábia que Abraão poderia suportar aquela prova.

 

Onde está o Cordeiro?



A pergunta de Isaque ao seu pai é pertinente: “Pai, aqui está a lenha, o fogo, o cutelo, mas, onde está o cordeiro do sacrifício? Abraão tinha todos os motivos do mundo para ficar emocionado e completamente desestruturado com aquela pergunta, entretanto Abraão responde confiante: “Deus proverá”. Ele sábia que Deus faria o que fosse necessário.

 

O Cordeiro de Deus.


“Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” João 1:29. Foram as palavras de João Batista ao ver Jesus. O Cristo, Ungido de Deus, que fora enviado por Ele para o preço dos nossos pecados. Nós sabemos onde está o Cordeiro de Deus. Sabemos também que o sacrifício já foi feito, de maneira definitiva e também que foi aceito por Deus. O Deus que nos prova para nos aprovar, nos conhece e sabe o que precisamos. O Deus que se deu por nós em Cristo, vai fazer tudo para nos atrair cada vez mais a Ele. Que possamos obedecê-lo em tudo, para que sejamos honrados por Ele.
Pr. Reginaldo R. Magalhães
 
 
 



Pastoral - 22 de Julho de 2012

A obra do Senhor





““..Sé Forte, diz o Senhor, e trabalhai, porque eu sou convosco, diz o Senhor dos exércitos..”     Ageu 2: 4             









 

 

 

É preciso ter equilíbrio

 
 








Quando o povo voltou do cativeiro começaram a reconstrução do templo, mas, depois deixaram a obra de lado, para buscarem seus próprios interesses. É preciso tomar cuidado!  A vida voltava ao normal e a tendência era buscar comodidade. Ouvimos domingo passado o pastor Nivaldo dizer: “precisamos buscar o equilíbrio”.  Os nossos projetos pessoais, são muito importantes e devem ser levados em consideração, Todos nos temos o direito de buscar a realização dos nossos sonhos. Entretanto, não podemos fechar os olhos para o propósito de Deus de nos usar para a sua glória.  
 

É preciso ter coragem











 
Temos que ter coragem para considerar o nosso passado. Aquilo que fizemos e que de alguma maneira está interferindo no nosso presente, balizando nossas atitudes - verso 6 do capitulo 1. Precisamos também de coragem para o trabalho. Canalizarmos nossas forças e recursos naquilo que vale a pena, no que, de fato, agrada a Deus. Deveríamos perguntar: “  Qual é o nosso trabalho? O que realmente devemos fazer para Deus?
                                                

É preciso ter consciência

 
 








  
Uma consciência de santidade, de separação para Deus é fundamental. Não podemos fazer nada no Reino de Deus, sem santidade, sem oração.   Santidade no pensar, no falar e no agir. Deus espera que sejamos cada vez mais Dele, e que façamos cada vez mais a sua vontade. A santidade nos leva a um compromisso cada vez maior com o Reino de Deus. 

 

É preciso ter confiança

 

 








  
A confiança em Deus nos impulsiona a um novo nível de relação com Ele e com os outros. Você crê em Deus? Então mude a sua linguagem, o seu comportamento. Não olhe para trás, olhe para o Senhor.  No livro de Ageu, encontramos o Senhor deixando claro que Ele vai destruir o inimigo e vai colocar o seu servo, escolhido, em um lugar de honra. Para servir a Deus é preciso crer. Ele disse pelo profeta: “o meu Espírito habita no meio de vos; não temais”.

Um compromisso com a nossa missão

 










  
Temos um compromisso com Deus ao nos tornarmos discípulos de Cristo. Para tanto, não podemos nos esquecer da grande comissão que Jesus nos propôs: Ir, fazer discípulos, batizá-los, e ensiná-los a guardar o Ele nos ensinou”.  Não podemos nos esquecer do templo. Não estou falando das paredes, mas, como figura da manifestação da glória e do poder de Deus. Precisamos pedir ao Senhor que encha os nossos corações de paixão pelas vidas que Ele deseja alcançar. Deus nos abençoa para abençoarmos. O equilíbrio requer de nós: “não desprezarmos o passado, considerar o presente e vislumbrar o futuro.  Devemos nos ocupar com aquilo que importa para Deus. Sendo assim, nos sentiremos realizados em fazer a vontade de Deus.
Você deseja servir a Deus? Podemos te orientar.
Pr. Reginaldo Magalhães


 

 

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