quarta-feira, 10 de outubro de 2012


Pastoral, 30 de Setembro de 2012


Deus me ama

 

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.            João 3:16

O encontro com Nicodemos, príncipe dos Judeus.

 “Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele”.     João 3:2

 
Nicodemos reconheceu:

- Jesus como mestre

- Vindo de Deus.

- Pelos sinais que operava.

Jesus não respondeu a Nicodemos. Ele trouxe um novo tema para a reflexão de Nicodemos: “O novo nascimento”.

 “aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”.    João 3:3

 Nicodemos não conseguia entender esse novo conceito que Jesus trouxera.

 “Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?”   João 3:4

 Jesus vai então deixar claro para Nicodemos, como isso

 “Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus”.                           João 3:5

 Nascer da Água, nascer do Espírito.

Jesus está estabelecendo a diferença entre nascer da carne e nascer do Espírito. Carne é uma coisa e Espírito é outra coisa.

 

 Deus me ama intensamente

 
Ele se deu,  se entregou, se desnudou. Sua entrega foi total. 
Ele deu tudo. Foi algo intenso.

 “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”.          João 15:13

 Amor que foi derramado por e em nós.

 “E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”.              Romanos 5:5

Um Amor que excede a compreensão humana.

 “E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus”.    Efésios 3:19

 

Deus me ama incondicionalmente

Ele me aceitou. Não colocou condições para fazê-lo. Não esperou qualquer atitude positiva de minha parte. Independentemente do que eu iria fazer, Ele decidiu me amar.

 “Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”.              Romanos 5:6-8  

 O Amor de Cristo foi onde estávamos e nos achou do jeito que nos encontrávamos. Isso verdadeiramente nos constrange.

 “Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram”.                                              2 Coríntios 5:14

 

 Deus me ama incansavelmente.

 Ele não se cansa de me amar.  O verdadeiro amor não cansa. Isto quer dizer: que Ele me ama sempre e a cada dia. Temos aqui a idéia abrangente do tempo, no sentido de “até o fim”, e a idéia de “a cada instante, em cada momento”.  Ele me ama sempre.

 “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,  Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor”.                         Romanos 8:38-39

 O Senhor me amou com amor eterno. Ele não desiste de nos amar. Não desiste de mim.

 “Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí”.         Jeremias 31:3

Enfim, que amor é esse?  Eu não consigo compreender?
Amor intenso, amor incondicional e amor incansável. A importância do conhecimento do amor de Cristo.

 “E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus”.           Efésios 3:19

 A necessidade de andar nesse amor.

 “E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave”.     Efésios 5:2

 

Pr. Reginaldo R. Magalhães

Nenhum comentário:

Postar um comentário